“O importante é ser humano”. Essa foi uma das leituras centrais do World Economic Forum sobre o futuro do trabalho.
Saber sobre IA, dados, tecnologia, automação em 2026 é o básico. A tecnologia facilita processos repetidos e rigor técnico entrega credibilidade. Mas, sistemas e diplomas hoje não se sustentam sozinhos.
Daí nasce a necessidade de repertório. Aquilo que construímos vivendo, nos relacionando, decidindo, errando, ajustando. Chamamos isso de soft skills. Um nome leve para habilidades profundamente humanas e cada vez mais decisivas.
Segundo o World Economic Forum (2025), as habilidades mais importantes do futuro do trabalho são:
Pensamento analítico;
Resiliência, flexibilidade e agilidade;
Liderança e influência social;
Criatividade aplicada;
Curiosidade e aprendizado contínuo.
Traduzindo:
Saber ler cenários com calma e precisão.
Resolver o que não está nos manuais.
Comunicar decisões, não só informações.
Influenciar pessoas com conteúdos de responsabilidade.
Sustentar escolhas sob pressão.
Adaptar sem perder identidade.
E seguir curioso sobre tudo.
No fim, a moral da história é bem simples: Se não podemos ser melhores que os robôs,
o caminho é sermos mais humanos do que nunca.
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