A obsessão pela felicidade é a melhor forma encontrada pelo homem contemporâneo para ser infeliz. Ela causa adoecimento, ansiedade e morte.
As pessoas estão condicionadas a partir da matriz do inconsciente socialmente difundido a vincular seu triunfo existencial à necessidade de fazer sua vida um grande espetáculo.
Qual são as premissas que alimentam sua ideia de perfeição? Viagens, bares e restaurante caros? Sorrisos intermináveis? Agora reflita: A quem pode interessar essa vida perfeita?
Estejam certos que alguns lucram o tempo todo com os frutos produzidos pela máxima social de felicidade disseminada.
E mais, produzem comorbidades, sofrimento coletivo, ansiedade; pois a latinha vendida no mercado com o rótulo “felicidade” é uma ilusão. Ela não existe.
Pense na quantidade de frustração que encontra quando não tem aquele dia, ou ainda, o momento perfeito. Agora reflita na tortura que é não viver essa idealização, e mais ainda de fazer dessa busca uma constante na sua vida.
Essa vida irreal é registrada e reproduzida nas mídias sociais. Alimentam o picadeiro iluminado do grande circo social onde o homem se coloca como meio para o entretenimento alheio.
Entender o que existe por trás dessa engrenagem perversa é o princípio para a maior libertação.
Chique é ser você mesmo. Livre de conceitos absolutos, pois a singularidade é maior característica de nossa humanidade. Significa dizer que o que se encaixa para você, não se encaixa para o outro e vice-versa. Cada um tem suas próprias medidas.
A felicidade não é algo que podemos definir, mas podemos encontrar.
Você está pronto para isso ou prefere as receitas de bolo que encontra nas esquinas da vida? Não se deixe enganar. Descubra no que alegra seu coração o combustível para sua vida, pois a vida é um presente. Faça por merecer.
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